sábado, 10 de dezembro de 2011

Resumo do livro: "O Mistério das Catacumbas Romanas"

“ O Mistério das Catacumbas Romanas”,é a segunda aventura da coleção “Os primos” e é uma obra de Mafalda Moutinho.
 A autora Mafalda Moutinho nasceu em Lisboa a 14 de Fevereiro de 1973. Licenciou-se em Relações Internacionais no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa, em 1995, após ter concluído o curso na Universidade Central Lancashire, em Inglaterra, com uma bolsa Erasmus. Nesse ano, transferiu-se para Londres e, em 1996, concluiu um mestrado em International Relations and European Studies, no London Centre of International Relations da Universidade de Kent, com uma bolsa.
O Mistério das Catacumbas Romanas, é uma aventura vivida entre três primos. A Maria e a Ana são irmãs e o André é seu primo.
Sentados na relva, no Parque do Ópio, a dois passos do Coliseu Romano e por cima da Domus Aurea do imperador Nero. É ai que Maria, a irmã mais velha, começa por contar o seu novo conto, que nos fala sobre um rapaz chamado Tomás. Ele vivia com os seus pais, numa aldeia muito pobre. Era um rapaz diferente, estava sempre só e sem amigos, mas era muito inteligente, sabia sempre as respostas para tudo. Deixava sempre os colegas e a professora muito admirados, até pensavam que ele seria bruxo.
Por ser diferente, era discriminado por todos, até que um dia se cansou da sua aldeia e resolveu partir. Longe daquele lugar, tornou-se um dos melhores cirurgiões plásticos do mundo. Ajudou a salvar vidas, ganhou o prémio Nobel da medicina. E nunca mais volto à sua aldeia.
No momento em que Maria acabara de contar o seu conto, reparou que um rapaz, acabara de roubar a mochila de André. Esse rapaz era Dragos um jovem de quem eles, mais tarde, se tornaram amigos.
Os primos, percorreram os corredores proibidos do palácio do imperador Nero, o Coliseu, o Vaticano e toda a fantástica Roma. Aí viveram várias aventuras, onde correram o perigo de serem apanhados pelo perigoso Boss, mas escaparam sempre, graças à ajuda de Dragos.
Por fim, os primos acabaram por ser apanhados na sala do Vaticano, onde iria decorrer uma exposição para serem vendidas peças em leilão. Mais uma vez Dragos salvou-os, negociando com os ladrões. Mandaram-nos dali para fora, aconselhando-os a ficarem de bico calado. Eles só não sabiam era que André tinha escondido uma câmara de vídeo digital, via GPRS, no patamar da sala do Vaticano. André tinha programado a câmara para começar a filmar mesmo à hora da exposição. Era a única forma de provar o envolvimento de Don Gambino, do Boss e dos Gatos de Roma nos roubos.
Assim puderam mostrar o que se estava a passar na sala do Vaticano à polícia. Também convenceram a televisão a passar o filme em direto. Muita gente foi presa por participar numa exposição ilegal de peças roubadas.
Os primos ficaram contentes, ao verem que Dragos se tinha safado, pois as filmagens nunca o tinham apanhado.
 Dragos, no fim, recebeu o que merecia, uma bolsa de estudos para desenvolver o projeto da fórmula no Instituto de Medicina Experimental do CNR1, em Roma. André lembrou-se que a história era parecida com que Maria tinha contado. Quem sabe se ele não ia ganhar o prémio Nobel da Medicina dali a alguns anos.
Por fim e pela segunda vez, os primos viram um rapazinho mal vestido a fugir com a nova mochila de André. Desta vez não havia problema, a mochila estava vazia, André desta vez não tinha posto o telemóvel lá dentro. ”André fez então o que nenhuma das primas estava á espera: sacou do pintarolas e pôs-se a filmar a fuga do vagabundo.”
Gostei muito desta aventura dos primos, mas gostei mais da parte em que André, teve a ideia de deixar a câmara a filmar para os apanhar.                
                                                                                                                       FIM                                                                                          

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Manual pág. 99 (Ex:1)

1.
1.1. Na frase A menina sorriu à avó, o verbo sorrir é:
b. transitivo indireto.
1.2. Na frase A rapariguinha vendia fósforos, o verbo vender é:
d. transitivo direto.
1.3. Na frase Ninguém comprou fósforos à menina, o verbo comprar é:
c. transitivo direto e indireto.
1.4. Na frase O frio enregelava a menina, o verbo enregelar é:
d. transitivo direto
1.5. Na frase A noite estava fria, o verbo estar é:
a. copulativo 

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Manual pág. 212 (ex: 1)

a)   Aquele é um pronome demonstrativo e substitui o grupo nominal Estes livros.
b)  Meus é um pronome possessivo e substitui o grupo nominal amigos.
c)    Elas é um pronome pessoal e substitui o grupo nominal a Joana e a Maria.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

cinco frases com nomes coletivos

O João tem uma matilha de cães de caça.
O Pedro foi a pesca e viu um cardume de peixes.
Ouvi dizer que na serra de Monchique andava uma grande vara de porcos.
O meu vizinho tem um grande bando de pombos-correios.
No outro dia vi uma alcateia de lobos a vigiar as galinhas da vizinha.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Resumo do livro "MISTÉRIOS EM TEMPO DE AULAS"

Mistérios em tempo de aulas são uma obra de Violeta Figueiredo. Ela nasceu na Figueira da Foz. É licenciada em Filologia Romântica, é colaboradora da RTP, como guionista. Foi professora do ensino secundário e é autora de vários livros infantis, entre os quais Eram Ferias e Havia Sol (primeiro premio do Concurso Verbo/Semanário ), que esgotou rapidamente a 1ª edição e de que a critica foi o unânime em reconhecer a invulgar qualidade.
É uma história passada em tempo de aulas, sobre uma turma do 8º ano, onde vários rapazes e raparigas, vivem aventuras próprias da sua idade.
A personagem principal chama-se Cecília.  
Nas aulas haviam alguns rapazes que levavam a vida a incomoda os colegas, tanto nas aulas como nos intervalos.
Fora da escola havia a “vivenda dos meus encantos” , o que despertava algum  mistério para  Cecília e alguns dos  colegas. Nessa vivenda diziam que havia jibóias, dai o mistério que eles tentavam descobrir quando espreitavam a vivenda.
Cecília não estava a aceitar bem a vinda de um irmão.
Em casa, ela não queria que desfizessem do quarto que era do avô António que tinha falecido, para fazerem o quarto para o irmão que ia nascer. Por isso ela até dizia que detestava o irmão e também a mãe e o Godfather, mas não era verdade eram apenas ciúmes.
Um dia Cecília recebeu uma visita, era o avô Passos que tinha chegado da serra, viera ao Congresso Nacional de Monografistas.
Luís era um colega de Cecília, que vivia no mesmo prédio que ela.
O luís por causa dos seus lhe fecharem o telefone ao cadeado, resolveu inventar um sinofunifone. Era uma campainha de latão e uma espécie de funil, ambos atados a um tubo. Era para montar da casa de Cecília até à dele.
Este invento foi muito útil, no dia que tentaram assaltar a casa da Cecília.
No fim da história nasceu o irmão da Cecília. Ela ficou muito orgulhosa quando a mãe lhe disse que o irmão era muito parecido com ela.
Eu gostei muito de trabalhar este livro, achei interessante, visto tratar-se de uma turma de rapazes e raparigas mais ou menos da minha idade.  

sábado, 22 de outubro de 2011

Expressão escrita

Esta ano continuo com os meus amigos do ano passado, mas...
Tenho mais amigos novos,que entraram para o quinto ano.

domingo, 9 de outubro de 2011

O acidente na praia do Porto Covo.

No dia sete de junho de dois mil e nove, na praia do Porto Covo morreu um menino com treze anos.
O menino foi com os pais à praia, foram para uma parte da praia que não era vigiada.
A praia de porto covo estava muito brava, com muitas ondas.
Ás 13:00, o menino foi brincar para a areia com o pai, fizeram castelos e piscinas muito grandes, estavam a divertir-se muito.
Depois de fazerem os castelos e as piscinas foram lanchar.
Estava tanto calor que uma hora depois de terem comido foram para a água.
As ondas estavam fortes, mas os pais do menino deixaram-no ir para água.
O menino não sabia nadar e os seus pais também não.
De repente, veio uma onda fortíssima e o menino foi levado pela corrente.
Os pais aflitos chamaram ajuda mas o seu filho já tinha sido levado pela corrente.
O pai do menino ainda tentou apanhalo, mas como não sabia nadar não o conseguiu salvar.
Chamaram um salvavidas que estava a quinhentos metros do local.
O salvavidas veio o mais rápido que pode, mas já não conseguiu salvar o menino.
Fez varias tentativas até o conseguir encontrar, mas quando o encontrou já não tinha vida.

Resumo do livro "Terra minha sonho meu"

Este livro foi escrito por Maria Clara Nobre.
O Alentejo é uma terra de sol e trigo, de papoilas e cegonhas e gente solidária.
Os aromas da urze e do rosmaninho, escorrem na memoria dos mais sensíveis.
É uma terra de cal e medronhos de azul e orégão, de rendas e vasos de begónias nas janelas.
Foi neste Alentejo que Maria Clara Nobre se inspirou para escrever a maior parte dos seus poemas.
Os poemas deste livro, tem uma linguagem muito simples e fácil de se entender. Maria Clara era professora e estava habituada a fazer entender-se por crianças.
A maior parte dos poemas deste livro são inspirados no Alentejo como por ex: Meu Alentejo.
“Meu Alentejo,
Como marcas os rostos
Com sulcos, canseiras…

Mas ai de mim…
Já não me é possível
Desviar o olhar enfeitiçado,
Dos largos horizontes,
Da serena quietude,
Da sedenta planície.

Como me acalmas…”
Mas a outro que nos falam do mar, saudade, sonho, mágoa, esperança, amor, ilusão, solidão, dor, natureza e amizade.
Achei este livro interessante, os poemas são escritos com uma linguagem simples e fácil de se entender.
Gostei principalmente dos poemas que nos falam do Alentejo, como a “terra minha”, “terra de trigais”, “o passeio”, “meu Alentejo”…
Também gostei da “canção da barca”,”era uma vez…”e “pomba branca”.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

O que eu levaria para uma ilha deserta

Em primeiro lugar levaria comida, água e o telemóvel com a bateria bem carregada.
Também não me podia esquecer de levar uma tenda para dormir quentinha.
Levaria para comer coisas que não pesassem muito, como sandes, sumos e fruta.
Água porque sem água não conseguia sobreviver.
E levaria o telemóvel para se a comida se acabasse me irem levar mais.
Também levava o computador, para poder contar à minha família o que se estava a passar.
Levava doces, as minhas cadelinhas e não podia esquecer de convidar os meus amigos para irem comigo.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

O meu primeiro dia de aulas.

O meu primeiro dia de aulas já foi à tanto tempo, que já não me lembro muito bem.
Foi na escola de S. Martinho das Amoreiras.
Lembro-me que fui muito nervosa e envergonhada, apesar de já conhecer todos os colegas, mas não conhecia a professora.
Era a única aluna do primeiro ano, os meus colegas eram do segundo, terceiro e quarto ano.
Levei logo todos os livros e cadernos, com vontade de começar a trabalhar nos meus livros novos.
Quando cheguei à escola, fizemos a apresentação, mais tarde queria logo aprender uma letra ou um número.
A professora disse que ainda não íamos aprender nenhumas letras nem números, só íamos fazer um desenho.
As duas horas foi o intervalo da tarde, o pátio da escola era junto com os do jardim de infância.
Os meninos do jardim de infância, tinham o intervalo ao mesmo tempo dos da primária.
No intervalo, invés de ir brincar com os meus colegas novos fui brincar com os meninos do jardim de infância.
Depois a professora chamou, porque o transporte já estava a espera.
E foi assim o meu primeiro dia de aulas.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Os livros que eu vou ler neste periodo

"TERRA MINHA SONHO MEU", de Maria Clara Nobre.
"O MISTÉRIO DAS CATACUMBAS ROMANAS", de Mafalda Moutinho.
"MISTÉRIOS EM TEMPO DE AULAS", de Violeta Figueiredo.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Ontem as minhas calças tomaram vida.

Ontem as minhas calças tomaram vida.
Ontem estava no jardim a passear e aparceiram as minhas calças caídas no chão.
 Parecia mesmo que elas tinham tomado vida.
Fui contar à minha mãe o que se tinha passado e ela disse que eu estava maluca.
Mais tarde fui a casa da minha prima Filipa e contei-lhe o que se tinha passado.
Ela ficou muito desconfiada.
Contei aos meus amigos todos, mas eles disseram que eu andava a sonhar acordada.
De momentos pensei que estivesse mesmo a sonhar.
Quando de repente vi ou traves a calças a andar pela relva.
Fui acorrer chamar aminha à mãe e finalmente acreditou em mim, as calças tinham mesmo tomado vida.

sábado, 17 de setembro de 2011

Meu querido mês de agosto

O mês de agosto é o meu mês preferido, porque esta bom tempo para ir a praia e passear.
No meu último mês de agosto, fui muitas vezes à praia com os mês primos e com os meus pais e também estive dois dias no algarve. No algarve fui as compras com a minha mãe e com a minha prima, depois de comprar roupa nova, fomos a uma loja comprar uma piscina, foram dois dias fantásticos. Mais tarde voltamos para a nossa casa na aldeia das amoreiras.
No dia seguinte montei a piscina com a minha mãe, depois destes dois dias no algarve, passei o resto do mês de agosto em casa.
O que eu também fiz no mês de agosto foi andar de bicicleta, passear os meus cães, ver televisão e jogar computador.
Adoro o mês de agosto.